A Caçada Continua
E continua a caçada aos deputados que não merecem nosso voto. Este eu descobri através da coluna da Ana Maria Tahan publicada no Jornal do Brasil e aqui no RS em O Sul. O sujeito da vez é Amarildo Martins da Silva (PSC-TO), mais conhecido como Pastor Amarildo. Ele é um dos apoiadores de uma lei para que se exija diploma para se exercer profissões como jornalismo, fotógrafos, etc.
Exigir tal coisa é um absurdo. O jornalismo antes que venham jogando pedra, não é simplesmente o jornalismo de informação. O jornalismo pode ser partidário, de classe, de grupo. Por exemplo, um grupo de professores se reunir e criar um jornal para fazer publicações sobre o ponto de vista dos professores. Ou então um jornal de grande circulação poderia escrever para o jornal. Quem é melhor escrevendo sobre terrorismo? Alguém formado em jornalismo ou um cientista social? Eu não sei a resposta, mas sei que o cientista social não pode escrever em um jornal. Essa lei tem como objetivo proteger o mercado dos jornalistas e abafar a opinião alheia que perdem seu direito de liberdade de imprensa.
Esta lei obviamente tem uma origem ruim, foi Mussolini quem a implementou na Itália e foi originalmente implantada aqui no período da Ditadura Militar.
Por agir contra a liberdade, na próxima eleição as pessoas do Tocantins devem tomar cuidado para não eleger alguém como Amarildo Martins da Silva, o Pastor Amarildo. Mais uma vez eu peço a todos, encham o saco dele.
Telefone:(61) 3215-5218 - Fax:(61) 3215-2218
dep.pastoramarildo@camara.gov.br
Gabinete 218 - Anexo IV
Câmara dos Deputados
Praça dos Três Poderes
Brasília - DF
CEP: 70160-900


3 Comments:
"O jornalismo pode ser partidário, de classe, de grupo. Por exemplo, um grupo de professores se reunir e criar um jornal para fazer publicações sobre o ponto de vista dos professores."
Isso não é jornalismo, é propaganda. Jornalismo não se resume a um formato de impressão.
"Quem é melhor escrevendo sobre terrorismo? Alguém formado em jornalismo ou um cientista social?"
R: Depende do público. Em uma boa matéria sobre terrorismo para ser publicada por uma empresa jornalística, o jornalista deveria ouvir um cientista social, vítimas e pessoas que apóiam o movimento.
Abraço
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