Sábado, Novembro 04, 2006

Lei da Mordaça

É preocupante. O PT continua pensando naquela idéia de amordaçar a imprensa. Todas as idéias autoritárias que o PT tentou impor no primeiro mandato como a lei de imprensa, lei do áudio visual, plebiscito do desarmamento, deram errado graças à única oposição de verdade que o governo sofre: a Imprensa.
No Brasil a imprensa é dividida entre a imprensa puxa saco do governo, destacando-se ai a Carta Capital, e a imprensa de oposição ao governo: a Veja. A Veja impressionantemente consegue descobrir mais sobre os escândalos do governo do que a própria Policia Federal. Que só enrola nas investigações sobre o governo porque está cheio de petistas. Agora que ela não quer resolver nada, resolveu chamar os repórteres da Veja para depor e pressiona-los a liberar as suas fontes. O sigilo de fonte é uma das leis fundamentais da imprensa.
Agora, na festa da reeleição de Lula, os petistas começam a gritar palavras de ordem contra a liberdade de imprensa. Não gostam de quem é contra o assalto do Estado pelo PT. O pior de tudo é que Ciro Gomes, pessoa de influência razoável no governo, apoiou. Será que vamos ter uma nova tentativa de aprovar a Lei da Mordaça? Que fracassou no primeiro governo?
No plano de poder do PT calar a imprensa é fundamental. Depois disso é uma via aberta para conseguir aprovar todo tipo de autoritarismo. Você acha que se a Lei da Mordaça tivesse sido aprovada saberíamos alguma coisa sobre o mensalão?
Estou louco pra ver a Veja de domingo. Perseguir repórteres de oposição é incabível em uma democracia.

Terça-feira, Outubro 24, 2006

O PORQUÊ DO SUMIÇO DE BORIS CASOY

Texto recebido por fonte que preferi manter em sigilo.

É MUITO GRAVE, É MUITO GRAVE!

Agora que todos sabem, após a matéria na Folha de algumas semanas
passadas, onde conheci o que lhes escrevo, Boris Casoy foi demitido da
Record a mando da cúpula de Lula (claro que ele não sabia), retirando o
patrocínio do Banco do Brasil, que era de 1 milhão, passando para 300
mil, mas com a "condição" de que o Jornal da Record (Boris) nada
recebesse.
Isto ocorreu porque entenderam os comandados por Lula que, com Boris
Casoy falando diariamente da vergonha de se ter aquela quadrilha
instalada no planalto, não seria possível a reeleição.
Pasmem, o motivo maior foi o fato de Boris Casoy ter perguntado a Lula,
durante entrevista no período de campanha, qual era o envolvimento ou
conhecimento dele com as Farc. Lula não respondeu, deu uma volta ao
mundo falando das lutas de cada país, falou de Che Guevara, e nasceu
naquele momento o ódio mortal que nutre por Boris.
Até hoje nenhuma revista semanal fez matéria sobre este assunto, porque
ninguém quer ir contra um ditador, é só relembrar o que aconteceu com o
caseiro.
Enfim, esta matéria que segue deveria ser lida por 160 milhões de
brasileiros (pena que somente 1/3 poderá ler).
Está em nossas mãos à continuidade ou não do que estamos assistindo,
sob o sentimento de espanto para alguns, revolta para outros, desânimo
para aqueles que acreditavam numa mudança e vergonha para aqueles que
têm valores morais.
Somos o povo que elege, que impede a eleição, que escolhe o que quer
para seu futuro.
Divulguem, por favor, para todos os seus contatos.
NÓS É QUE DEVEREMOS MUDAR ESTE PAÍS!

Boris Casoy pede o impeachment de Lula
Em artigo arrasador, na Folha de São Paulo de hoje, o jornalista Boris
Casoy pede o impeachment de Lula. Vale a pena ler, reproduzir e enviar
para o maior número de pessoas. Vale a pena traduzir e remeter para
blogs, sites e jornais do exterior. Junto com o artigo de Miriam
Leitão, publicado em O Globo na semana passada (sob o título"Inaceitável"), o texto
de hoje de Casoy representa a manifestação indignada da sociedade
brasileira aos desmandos de um governo sem legitimidade, que deixou de
ser uma instância pública para se transformar no aparelho de um grupo
privado que se comporta como uma gangue política.

É uma vergonha!

Boris Casoy - Folha de S. Paulo

Jamais o Brasil assistiu a tamanho descalabro de um governo. Quem se
der ao trabalho de esmiuçar a história do país certamente constatará
que nada semelhante havia ocorrido até a gestão do atual ocupante do
Palácio do Planalto. Há, desde o tempo do Brasil colônia, um sem número
de episódios graves de corrupção e de incompetência. Mas o nível
alcançado pelo governo Lula é insuperável.
Não se trata de um ou de alguns focos de corrupção. Vai muito além.
Exibe notável desprezo pelas liberdades e pela democracia. Manipula a
máquina administrativa a seu bel-prazer, de modo a colocar o Estado a
favor de sua inesgotável sanha de poder. Um exemplo mais recente é a
ação grotesca contra um simples caseiro, transformado em investigado
por dizer a verdade depois de ser submetido a uma ação de provocar
náuseas em qualquer stalinista.
Não se investiga o ministro Palocci, acusado de freqüentar um bunker
destinado a operar negócios escusos em Brasília e de ter mentido a
respeito ao Congresso. Tenta-se, a qualquer preço, desqualificar a
testemunha para encobrir o óbvio. E o desespero da empreitada conduziu
a uma canhestra operação que agora o governo pretende encobrir,
inclusive intimidando o caseiro.
Do presidente da República, sob a escusa pueril de dever muito a
Palocci (talvez pela conquista do troféu dos juros mais altos do mundo
e pelo crescimento ridículo do PIB), só se ouve a defesa pífia dos que
não conseguem dissimular a culpa. A única providência das autoridades
federais foi um simulacro de investigação, com a cumplicidade da Caixa
Econômica Federal. Todos os limites foram ultrapassados; não há como o
Congresso postergar um processo de impeachment contra Lula. Ou melhor,
a favor do Brasil.
O argumento para não afastar Lula, de que sua gestão vive os últimos
meses, é um auto-engano! A proximidade das eleições faz com que o
governo use e abuse ainda mais do poder. Desde o início, este governo é
envolvido na compra de consciências, na lubrificação da alma de órgãos
de comunicação por meio de gigantescas verbas publicitárias e na
perseguição a os que lhe negam aplauso.
Outro argumento usado para não afastar Luiz Inácio Lula da Silva é a
sua biografia, a saga do trabalhador, do sindicalista que chegou a
presidente.
Ora, aquele metalúrgico já não existe há muito tempo. Sua legenda
enferrujou. Foi tragado por sua verdadeira figura, submetido a uma
metamorfose às avessas. As razões legais para o processo de impeachment
gritam no artigo 85 da Constituição, que versa sobre os crimes de
responsabilidade do presidente. Basta ler os seguintes motivos
constantes da Carta Magna para que o Congresso promova o processo de
impeachment de Lula: atentar contra o livre exercício do Poder Legislativo, contra o livre exercício dos direitos individuais ou contra a probidade da administração.
Seguem alguns exemplos ilustrativos.
No "mensalão", fato que Lula tentou transformar em um pecadilho
cultural da política brasileira, reside um grave atentado contra o
livre funcionamento do Congresso Nacional. A compra de consciências não
só interferiu na vida do Poder Legislativo como também demonstrou a
disposição petista de romper a barreira entre a democracia e o
autoritarismo, utilizando a máxima de que os fins justificam os meios.
Jamais as instituições bancárias estatais foram tão agredidas. O Banco
do Brasil teve seu dinheiro colocado a serviço de interesse s escusos;
a Caixa Econômica Federal também, demonstrando que o sigilo bancário de
seus depositantes foi posto à mercê da pilantragem política.
No escândalo dos Correios, mais que corrupção, foi posto a nu, além do
assalto aos cofres públicos, um cuidadosamente urdido esquema de
satrapias destinado a alimentar as necessidades pecuniárias de
participantes da mesma viagem. Como costuma acontecer nesses casos, o
escândalo veio à tona na divisão do botim.
Causa perplexidade, também, a maneira cínica com que o governo tenta se
defender, usando todos os truques jurídicos para criar uma carapaça que
evite investigações de suspeitas gravíssimas em torno do presidente do
Sebrae, o generoso Paulo Okamotto, pródigo em cobrir gastos do amigo
Lula - sem que ele saiba. Aliás, ele nunca sabe de nada...
Lula passará à história, além de tudo, como alguém que procurou
amordaçar a imprensa com a tentativa da criação de um orwelliano
"conselho" nacional de jornalismo e com uma legislação para o
audiovisual, que tentou calar o Ministério Público pela Lei da Mordaça
e que protagonizou uma pueril tentativa de expulsar do país um
correspondente estrangeiro que lhe havia agredido a honra.
Neste momento grave, o Congresso Nacional não pode abdicar de suas
responsabilidades, sob o perigo de passar à história como cúmplice do
comprometimento irreversível do futuro do país. As determinantes legais
invocadas para o processo de impeachment encontram, todas elas,
respaldo nos fatos.
Mas, infelizmente, na Constituição brasileira falta uma razão que bem
melhor poderia resumir o que estamos assistindo: Lula seria o primeiro
presidente a sofrer impeachment não apenas pela prática de crimes de
responsabilidade, mas também pelo ímpar conjunto de sua obra.

Boris Casoy, 65, é jornalista. Foi editor-responsável da Folha de 1974
a 76, e de 1977 a 84. Na televisão, foi âncora do TJ Brasil (SBT) e do
Jornal da Record (Rede Record).

Segunda-feira, Outubro 23, 2006

Eleições 2006

Eu realmente não entendo. O Lula vai ganhar. Usando, nitidamente por sinal, os recursos mais escusos. O grande mestre para os petistas, embora nunca vão admitir porque falar a verdade não é com eles, é Goebbels, famoso chefe da propaganda do partido nazista.
O PT está tomando conta do Estado brasileiro. É só questão de ligar os pontos. Desde o inicio do governo Lula: o aumento da base aliada na câmara de deputados, tudo feito com dinheiro sujo, o mensalão, José Dirceu, dólar na cueca, Palocci, que parecia ser alguém esclarecido, mas eu era bobo na época, no PT não existem pessoas esclarecidas, só malandros.
Mas o mais impressionante é que as pessoas continuam votando no Lula, acham realmente que ele é idiota de não saber o que acontece no partido que é dele. Tenho que concordar com o Diogo Mainardi, no Brasil quem decide é um bando de pobre ignorante. Mas o que chama atenção é que tem muita gente que não é pobre, apenas ignorante, que vai votar no Lula, fora os mal intencionados mesmo.
Gente ignorante, vocês não percebem o que está acontecendo? Nunca se perguntaram porque no caso do caseiro descobrem o dinheiro dele em um dia mas no caso dossiê só enrolam todo mundo? O PT está aplicando todo conhecimento adquirido com Goebbels. Controla o Estado, pressiona qualquer pessoa que é contra, ameaça quem tenta qualquer coisa, como o caseiro que denuncia, o procurador que investiga, o jornalista que não se vende.
Lula deve ganhar, mas as pessoas que pensam, não podem ficar de mãos amarradas. Infelizmente Lula já deve controlar até a justiça, quando provarem a ligação que todo mundo já sabe da coordenação da campanha com o falso dossiê – depois da eleição lógico – a eleição deveria ser anulada, mas é claro que justiça não vai fazer isso.
Ainda existe alguma chama de esperança, mas eu mesmo já estou deixando de acreditar. Mas não pretendo ficar parado se Lula ganhar.

Após o resultado das eleições eu volto.

Terça-feira, Julho 11, 2006

A Bahia tem um bom candidato – Juca Chaves.

Finalmente um bom candidato à próxima eleição. Trata-se do humorista Juca Chaves, que disputará uma vaga no senado pelo PSDC no Estado da Bahia. Segundo ele “os políticos brasileiros são todos iguais, falam as mesmas coisas, fazem as mesmas promessas, têm os mesmo defeitos. Então, serei o diferencial, não fazendo discursos. Em todos os programas e debates só vou cantar sátiras políticas.”.

Outro ponto positivo da sua campanha é que na prestação do orçamento da campanha ao TRE, o candidato haveria afirmado que não possui dinheiro para pagar suas próprias contas.

Se eu fosse eleitor da Bahia meu candidato seria Juca Chaves.

Sexta-feira, Julho 07, 2006

A Caçada Continua

E continua a caçada aos deputados que não merecem nosso voto. Este eu descobri através da coluna da Ana Maria Tahan publicada no Jornal do Brasil e aqui no RS em O Sul. O sujeito da vez é Amarildo Martins da Silva (PSC-TO), mais conhecido como Pastor Amarildo. Ele é um dos apoiadores de uma lei para que se exija diploma para se exercer profissões como jornalismo, fotógrafos, etc.
Exigir tal coisa é um absurdo. O jornalismo antes que venham jogando pedra, não é simplesmente o jornalismo de informação. O jornalismo pode ser partidário, de classe, de grupo. Por exemplo, um grupo de professores se reunir e criar um jornal para fazer publicações sobre o ponto de vista dos professores. Ou então um jornal de grande circulação poderia escrever para o jornal. Quem é melhor escrevendo sobre terrorismo? Alguém formado em jornalismo ou um cientista social? Eu não sei a resposta, mas sei que o cientista social não pode escrever em um jornal. Essa lei tem como objetivo proteger o mercado dos jornalistas e abafar a opinião alheia que perdem seu direito de liberdade de imprensa.
Esta lei obviamente tem uma origem ruim, foi Mussolini quem a implementou na Itália e foi originalmente implantada aqui no período da Ditadura Militar.

Por agir contra a liberdade, na próxima eleição as pessoas do Tocantins devem tomar cuidado para não eleger alguém como Amarildo Martins da Silva, o Pastor Amarildo. Mais uma vez eu peço a todos, encham o saco dele.

Telefone:(61) 3215-5218 - Fax:(61) 3215-2218
dep.pastoramarildo@camara.gov.br

Gabinete 218 - Anexo IV
Câmara dos Deputados
Praça dos Três Poderes
Brasília - DF
CEP: 70160-900

Quinta-feira, Julho 06, 2006

Fique rico em 4 anos

Quer Dobrar seu Patrimônio em 4 anos? Faça como nosso presidente Lula que declarou que possui um patrimônio de R$ 839.033,00 e em 2002 havia declarado R$ 422.949,00. Sorte que no país temos um excelente administrador.

Terça-feira, Junho 27, 2006

HAIR



Boa dica de DVD agora. Saiu finalmente o filme HAIR, do aclamado diretor Milos Forman (Amadeus, Um Estranho no Ninho). O filme retrata muito bem a contra cultura e o período da guerra do Vietnã nos EUA. Além de músicas extraordinárias e um ótimo enredo, a remasterização está muito boa, com áudio 5.1 e dublagem em português para quem gosta de rir.
O movimento Hippie ao seu tempo foi algo sensacional. Quebrou inúmeras barreiras sociais e repercutiu no mundo inteiro. Mas por favor, não vamos confundir movimento hippie (movimento cultural dos anos 60 e 70) com a hippongagem que têm por ai, tudo ao seu contexto.
Ah, encontrei o DVD nas Americanas de Porto Alegre por R$24,90.